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SUMMARY:Exposição Cor-de-Rosa Choque
DESCRIPTION:Cor-de-Rosa Choque é uma História em Quadrinhos que coloca o protagonismo feminino em cena com poesia e humor.O projeto de autoria de Rita Rocha apresenta dezoito personagens criadas a partir de textos pessoais: Mulher-Água-Árvore-Atômica-Constelação-Eco- Espaço-Fogueira-GPS-Guru-Labirinto-Mar-Menina-Pelicano-Plástico-Rainha-Reza-Risco-Vampira. Inspiradas por encontros vivenciados em laboratórios teatrais que construíram as suas identidades e resultaram na edição de um livro e numa exposição. \nAs ilustrações expostas na Galeria do Teatro Gamboa fazem parte do livro. É um convite para o público passear entre estas mulheres feiticeiras\, aventureiras e mensageiras de várias possibilidades. \nAtriz\, ilustradora e professora de espanhol. Nasceu em São Paulo (SP). Em 2006\, ingressou na Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e\, em 2010\, se formou em Direção Teatral. Viveu em Barcelona\, Espanha\, entre 2012 e 2013\, quando estudou Mímica Corporal Dramática no Instituto Moveo. De volta ao Brasil\, viveu em São Paulo e Rio de Janeiro. Atualmente\, mora em Salvador (BA). Cor-de-Rosa Choque é o segundo livro de sua autoria\, uma História em Quadrinhos sobre dezoito mulheres\, publicado pela Azeviche Design Editora\, em setembro de 2025. \nVisitação de segunda a sexta\, das 14h às 19h; sábados e domingos\, das 13h às 17h.
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SUMMARY:Date: um encontro com Saliva Fresca
DESCRIPTION:Quando: 29/08 – 17h \nO Teatro Gamboa recebe\, no dia 29 de agosto\, às 17h\, ao pôr do sol\, a estreia de “Date – um encontro com Saliva Fresca”\, primeiro espetáculo do coletivo musical Saliva Fresca.Concebido como um grande encontro entre artistas e público\, o show une música\, performance\, poesia e encenação para celebrar diferentes formas de amar\, desejar e construir afetos. \nFormado por Douglas Oliveira\, Aglei\, Rafael Dantas\, Arthur Oliveira e Raissa Cabral\, o grupo nasce da convergência de trajetórias já presentes na cena musical de Salvador e aposta na mistura como princípio criativo. Ritmos latino-americanos dialogam com o balanço da Bahia\, enquanto referências da música popular brasileira encontram uma estética marcada pela irreverência\, pela sensualidade e pelo desejo de experimentar. \nO espetáculo parte da ideia de que um bom encontro — assim como um bom beijo — combina vontade\, risco\, calor e um pouco de bagunça. Essa metáfora conduz toda a construção artística do projeto\, que apresenta ao público as primeiras músicas autorais do grupo\, ainda em fase de lançamento\, ao lado de releituras de canções consagradas da música brasileira. \nAs composições e performances giram em torno das relações amorosas\, da sexualidade\, do compartilhamento de afetos e dos encontros românticos\, propondo um olhar livre de moralismos. Em vez de apresentar respostas prontas\, o espetáculo convida o público a refletir sobre novas possibilidades de amar e de se relacionar\, valorizando experiências diversas de gênero\, orientação sexual e formas de vínculo afetivo. \nA inspiração dialoga com o legado da Tropicália ao assumir a mistura como potência criativa. Se a música baiana historicamente se construiu pela fusão de referências\, o Saliva Fresca amplia esse princípio para reunir vozes\, ritmos\, desejos e narrativas em um espetáculo que aposta na diversidade como linguagem artística. Com direção artística de Douglas Oliveira e Aglei Richelle\, que também assinam os vocais\, o espetáculo conta com arranjos desenvolvidos coletivamente por toda a banda\, reforçando o caráter colaborativo do projeto. A proposta é construir uma experiência em que palco e plateia compartilham um mesmo encontro\, aproximando artistas e espectadores em uma atmosfera de acolhimento\, celebração e liberdade. \nEmbora dialogue especialmente com a população LGBT+ e pessoas que vivenciam diferentes formas de relacionamento\, o espetáculo busca alcançar qualquer pessoa interessada em discutir os afetos contemporâneos sem vergonha\, preconceitos ou fórmulas pré-estabelecidas. \nRealizado de forma totalmente independente\, sem patrocínio ou apoio institucional\, “Date – um encontro com Saliva Fresca” marca o nascimento de um projeto autoral que pretende ocupar a cena cultural de Salvador propondo novas formas de viver e cantar o amor. \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE
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SUMMARY:Reencontro
DESCRIPTION:Quando: 30/08 – 17h \nO cantor e compositor Ary Chaby\, vencedor do quadro ‘Talentos da Comunidade 2024’ da TV Bahia\, é um dos nomes mais promissores da nova MPB produzida em terras baianas. O artista apresenta o show Reencontro dia 30 de agosto\, 17h\, no Teatro Gamboa\, ingressos R$30/15 (na Sympla e bilheteria do teatro). \nO show promove um mergulho na história e nas influências do artista soteropolitano\, unindo canções inéditas de sua discografia a alguns clássicos da Música Popular Brasileira\, com uma proposta acústica e minimalista. Ary Chaby vem consolidando sua trajetória por meio de composições marcadas por forte identidade cultural\, sensibilidade poética e conexão com temas sociais. O show celebra o lançamento de seus dois álbuns: ‘Beleza Natural’ e ‘Reconcatividade’. \nPara o show Reencontro\, Ary Chaby\, estará acompanhado pelos músicos Ed (violão)\, Índio (baixo)\, Almir (percussão)\, Baruc (violoncelo) e Gabriel (guitarra). Fotografia de Matheus Figueiredo e produção Deo Carvalho. Destaques do Repertório: “Bicho-da-Seda”\, faixa originalmente lançada no primeiro álbum do artista\, que ganhou releitura especial com a participação da banda Psirico; ‘Realidade’ e ‘Capitães da Areia’. \nAlém das plataformas de streaming\, Ary Chaby investe na produção audiovisual\, movimentando seu canal oficial no YouTube\, o artista já soma seis videoclipes lançados: “Realidade”\, “Clareia”\, “Capitães da Areia”\, “Beleza Natural”\, “Bola de Sabão” e “Magma”. Todos os trabalhos foram gravados em Salvador\, traduzindo visualmente a estética urbana\, cultural e afetiva da capital baiana. \nVenha celebrar esse Reencontro com a música e a poesia de Ary Chaby no Teatro Gamboa! \nInstagram (@arichaby) | YouTubeÁlbum Beleza Natural: Ouça no SpotifyProjeto Reconcatividade (EPs): Parte 1 | Parte 2 | Parte 3 \nSobre os realizadores:O show tem produção local de Deo Carvalho\, artista renomado no cenário cultural baiano\, com mais de três décadas de atuação nas artes cênicas. Sua trajetória reúne experiências como ator\, dançarino\, coreógrafo\, maquiador artístico\, cabeleireiro e produtor cultural\, participando de espetáculos teatrais\, óperas\, festivais\, montagens de dança e shows musicais. \nReconhecido pela versatilidade e excelência técnica\, colaborou com importantes grupos\, diretores e artistas da Bahia e de São Paulo\, destacando-se também em projetos de inclusão social por meio da arte.Também assinou a caracterização de shows de artistas como Juliana Ribeiro\, Verônica do Mar\, Manuela Rodrigues\, Sandra Simões\, Cláudia Cunha\, Ilma Nascimento\, Patrícia Hita e Banda Maria Coisa. \nProjetos realizados:Produção do lançamento do CD Amarelo\, de Juliana Ribeiro.Produção do projeto Casulo no Solar – Arte\, Inclusão e Diversidade.Produção dos espetáculos Outras Formas de Brasil e Tequila Limón y Salsa! – Uma Festa Latina! \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE
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SUMMARY:MULHERIDADE
DESCRIPTION:Quando: 02 e 23/09 – 19h \nMULHERIDADE é um espetáculo cênico que mergulha nas múltiplas camadas do ser mulher\, atravessando histórias de dor\, resistência\, afeto e reconstrução. Em cena\, duas vozes femininas ecoam vivências que dialogam com o passado e o presente\, revelando marcas sociais\, emocionais e culturais que moldam suas existências. \nCom uma linguagem poética\, sensível e\, ao mesmo tempo\, provocadora\, o espetáculo convida o público a refletir sobre machismo\, identidade\, ancestralidade e liberdade. MULHERIDADE não é apenas uma narrativa — é um grito\, um acolhimento e um ato de resistência. \nUma obra que pulsa verdade\, dando corpo e voz às histórias que por muito tempo foram silenciadas. \nDireção: Durray CarvalhoCodireção: Lindomar Pires \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE – 02/09\n\n ASSISTA ONLINE – 23/09
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SUMMARY:Festival Contemporâneos
DESCRIPTION:Quando: 03 e 04/09 – 19h / 05/09 – 17h \nO Festival Contemporâneos é um encontro acústico e intimista dedicado à música autoral contemporânea produzida na Bahia. Reúne artistas residentes em Salvador que se apresentam em duplas\, conectando identidades\, pertencimentos e diferentes trajetórias artísticas\, promovendo um intercâmbio criativo entre compositores(as)\, cantores(as)\, obras\, processos de criação e público. \nMais do que uma sequência de apresentações\, o festival evidencia a pluralidade da música produzida na cidade e fortalece o sentimento de comunidade\, destacando Salvador como um território fértil de criação\, inovação e movimento cultural. \n03/09 – Dja Luz e Bruna Barreto \n04/09 – Tiri e Sofia Pitta \n05/09 – Felipe Barros e Jotapê Rocha \nProgramação: \n03/09 – Dja Luz e Bruna Barreto \nBruna Barreto é cantora e compositora baiana\, reconhecida por sua voz potente\, marcante e pela versatilidade com que transita entre rock\, MPB\, samba e blues. Natural de Salvador\, ganhou projeção nacional ao participar da segunda temporada do The Voice Brasil\, integrando os times de Lulu Santos e\, posteriormente\, Carlinhos Brown. Vocalista da banda Lily Braun\, consolidou sua presença na cena musical baiana e\, em 2015\, recebeu o prêmio de Melhor Intérprete no Prêmio Caymmi de Música. Em carreira solo\, desenvolve um trabalho autoral que reafirma sua identidade artística\, unindo força vocal\, personalidade e uma interpretação visceral. \nDja Luz é cantor\, compositor\, multi-instrumentista\, produtor e diretor musical baiano\, cuja obra conecta ancestralidade\, cultura popular e sonoridades de matriz africana a uma linguagem contemporânea. Como compositor\, possui obras gravadas por artistas como Natiruts\, Margareth Menezes\, Melly e Anitta\, além de integrar\, em 2026\, projetos como os novos álbuns de Melly e Anitta. É Diretor Musical e Vocalista da Banda Muzenza e idealizador e diretor do documentário Bangariô – Renascer em Monte Gordo. Sua trajetória também se estende à produção cultural e ao audiovisual\, desenvolvendo projetos que articulam música memória\, território e transformação social. \n______________________________________________________________________ \n04/09 – Tiri e Sofia Pitta \nTiri é cantor\, compositor e multi-instrumentista baiano\, nascido e criado em Salvador\, e um dos nomes em ascensão da nova cena musical da Bahia. Sua música conecta samba-reggae\, MPB\, pop e percussãodigital a uma linguagem urbana\, leve\, traduzindo em canções o cotidiano\, os afetos e a identidade de sua terra. Iniciou sua trajetória aos 12 anos\, de forma autodidata no violão\, e\, após experiências em bandas\, consolidou sua carreira solo com uma discografia autoral que reúne álbuns\, EPs\, singles e colaborações. Com mais de 400 mil streams\, milhares de ouvintes mensais e presença crescente nospalcos\, já se apresentou em eventos como Carnaval de Salvador\, Festival de Verão\, Festival da Virada\, Camarote Expresso 2222 e Camarote do Brown. Também atua na criação de experiências que aproximam artistas\, público e território\, afirmando-se como uma voz do presente e do futuro da música baiana. \nSofia Pitta é cantora e compositora baiana e um dos nomes em destaque da nova geração do pop feito na Bahia. Nascida em Salvador\, constrói uma identidade artística que une ritmos brasileiros\, suinguepop\, ancestralidade e uma linguagem contemporânea\, tendo o empoderamento feminino e os afetos como elementos centrais de sua obra. Em sua trajetória\, reúne lançamentos como o EP Molho\, produzido em parceria com Rafinha RSQ\, além de singles como “Baiana Baianinha”\, “Cabide”\, “Cor de Mel” e “Soltinha”. Com presença crescente nas plataformas e mais de 150 mil seguidores nas redes sociais\, Sofia vem ampliando sua atuação nos palcos\, com apresentações ao lado de artistas como Márcia Castro\, Sambaiana\, Escandurras e Bailinho de Quinta\, consolidando-se como uma artista promissora e conectada ao presente da música baiana.______________________________________________________________________ \n05/09 – Felipe Barros e Jotapê Rocha \nFelipe Barros é cantor\, compositor e produtor musical soteropolitano\, integrante da nova cena musical baiana. Nascido em Salvador e criado entre a capital e o Recôncavo\, construiu\, ao longo de mais de 10 anos de trajetória\, uma carreira marcada pela composição\, pela pesquisa de sonoridades e pela conexão com a cultura baiana. Reúne mais de 25 canções lançadas\, em trabalhos solo e parcerias com artistas como Melly\, Dja Luz\, Gigi Cerqueira\, Jackson Almeida\, Clariana\, Tiri e Ricardo Corrêa\, além de integrar como compositor o novo álbum Equilibrivm\, de Anitta. Sua obra transita pela MPB contemporânea\, pela baianidade e por experimentações eletrônicas\, traduzindo em música o cotidiano\, a poesia e os afetos. Com passagens por festivais\, carnavais e importantes palcos da Bahia\, Felipe estreia seu primeiro EP solo de estúdio\, Fi de Ritinha\, consolidando uma identidade artística que une tradição\, contemporaneidade e uma sonoridade versátil e ainda sim muito particular. \nJota Pê Rocha é produtor musical\, multi-instrumentista\, compositor e pesquisador das culturas tradicionais brasileiras\, natural do Rio Grande do Sul e radicado em Salvador. Sua trajetória transita entre a MPB\, a música regional e o pop\, investigando encontros entre diferentes territórios e tradições. Em 2025\, lançou seu primeiro álbum\, Canções de Amor & Mar – Vol. 1\, e destacou-se em festivais nacionais com acanção “Amor Milongueiro”\, finalista do Festival da Rádio Educadora\, do FECANI e do Festival Geraldo Azevedo. Seu trabalho atual aproxima as sonoridades do Pampa e do Sertão\, criando uma linguagem autoral que reafirma a música como espaço de intercâmbio cultural e ancestralidade. \n______________________________________________________________________ \nO Festival Contemporâneos tem como propósito promover o intercâmbio entre artistas da cena musical de Salvador\, reunindo diferentes estilos\, linguagens e nichos em um mesmo espaço de criação e compartilhamento. \nA proposta é potencializar o senso de comunidade\, colaboração e produção coletiva por meio de um formato compacto e intimista\, aproximando o público dos artistas e dos seus processos criativos. Cada apresentação evidencia as individualidades de cada participante\, ao mesmo tempo em que revela a potência da construção coletiva\, resultado da junção de ideias\, referências e experiências. \nAs apresentações são pautadas em formações acústicas\, utilizando instrumentos quefazem parte da identidade musical dos próprios artistas\, como violão\, piano/teclado e baixo\, valorizando a essência das composições e proporcionando uma experiência de escuta mais próxima e sensível. \nToda a cadeia de realização do festival\, artistas\, produtores\, técnicos\, comunicadores e demais profissionais envolvidos\, é composta por agentes culturais residentes em Salvador\, fortalecendo a economia criativa local e estimulando conexões duradouras entre os profissionais da cidade. \nO festival foi pensado tanto para o público que já acompanha a produção musical independente de Salvador quanto para pessoas interessadas em descobrir novos artistas\, ampliar seu repertório cultural e vivenciar experiências autênticas de música\, criação e encontro. Busca também aproximar públicos de diferentes gerações\, formando novas plateias e fortalecendo o vínculo entre a cena artística local e a comunidade. \nhttps://www.instagram.com/festivalcontemporaneos \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE – 03/09\n\n ASSISTA ONLINE – 04/09\n ASSISTA ONLINE – 05/09
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DESCRIPTION:Quando: 03 e 04/09 – 19h / 05/09 – 17h \nO Festival Contemporâneos é um encontro acústico e intimista dedicado à música autoral contemporânea produzida na Bahia. Reúne artistas residentes em Salvador que se apresentam em duplas\, conectando identidades\, pertencimentos e diferentes trajetórias artísticas\, promovendo um intercâmbio criativo entre compositores(as)\, cantores(as)\, obras\, processos de criação e público. \nMais do que uma sequência de apresentações\, o festival evidencia a pluralidade da música produzida na cidade e fortalece o sentimento de comunidade\, destacando Salvador como um território fértil de criação\, inovação e movimento cultural. \n03/09 – Dja Luz e Bruna Barreto \n04/09 – Tiri e Sofia Pitta \n05/09 – Felipe Barros e Jotapê Rocha \nProgramação: \n03/09 – Dja Luz e Bruna Barreto \nBruna Barreto é cantora e compositora baiana\, reconhecida por sua voz potente\, marcante e pela versatilidade com que transita entre rock\, MPB\, samba e blues. Natural de Salvador\, ganhou projeção nacional ao participar da segunda temporada do The Voice Brasil\, integrando os times de Lulu Santos e\, posteriormente\, Carlinhos Brown. Vocalista da banda Lily Braun\, consolidou sua presença na cena musical baiana e\, em 2015\, recebeu o prêmio de Melhor Intérprete no Prêmio Caymmi de Música. Em carreira solo\, desenvolve um trabalho autoral que reafirma sua identidade artística\, unindo força vocal\, personalidade e uma interpretação visceral. \nDja Luz é cantor\, compositor\, multi-instrumentista\, produtor e diretor musical baiano\, cuja obra conecta ancestralidade\, cultura popular e sonoridades de matriz africana a uma linguagem contemporânea. Como compositor\, possui obras gravadas por artistas como Natiruts\, Margareth Menezes\, Melly e Anitta\, além de integrar\, em 2026\, projetos como os novos álbuns de Melly e Anitta. É Diretor Musical e Vocalista da Banda Muzenza e idealizador e diretor do documentário Bangariô – Renascer em Monte Gordo. Sua trajetória também se estende à produção cultural e ao audiovisual\, desenvolvendo projetos que articulam música memória\, território e transformação social. \n______________________________________________________________________ \n04/09 – Tiri e Sofia Pitta \nTiri é cantor\, compositor e multi-instrumentista baiano\, nascido e criado em Salvador\, e um dos nomes em ascensão da nova cena musical da Bahia. Sua música conecta samba-reggae\, MPB\, pop e percussãodigital a uma linguagem urbana\, leve\, traduzindo em canções o cotidiano\, os afetos e a identidade de sua terra. Iniciou sua trajetória aos 12 anos\, de forma autodidata no violão\, e\, após experiências em bandas\, consolidou sua carreira solo com uma discografia autoral que reúne álbuns\, EPs\, singles e colaborações. Com mais de 400 mil streams\, milhares de ouvintes mensais e presença crescente nospalcos\, já se apresentou em eventos como Carnaval de Salvador\, Festival de Verão\, Festival da Virada\, Camarote Expresso 2222 e Camarote do Brown. Também atua na criação de experiências que aproximam artistas\, público e território\, afirmando-se como uma voz do presente e do futuro da música baiana. \nSofia Pitta é cantora e compositora baiana e um dos nomes em destaque da nova geração do pop feito na Bahia. Nascida em Salvador\, constrói uma identidade artística que une ritmos brasileiros\, suinguepop\, ancestralidade e uma linguagem contemporânea\, tendo o empoderamento feminino e os afetos como elementos centrais de sua obra. Em sua trajetória\, reúne lançamentos como o EP Molho\, produzido em parceria com Rafinha RSQ\, além de singles como “Baiana Baianinha”\, “Cabide”\, “Cor de Mel” e “Soltinha”. Com presença crescente nas plataformas e mais de 150 mil seguidores nas redes sociais\, Sofia vem ampliando sua atuação nos palcos\, com apresentações ao lado de artistas como Márcia Castro\, Sambaiana\, Escandurras e Bailinho de Quinta\, consolidando-se como uma artista promissora e conectada ao presente da música baiana.______________________________________________________________________ \n05/09 – Felipe Barros e Jotapê Rocha \nFelipe Barros é cantor\, compositor e produtor musical soteropolitano\, integrante da nova cena musical baiana. Nascido em Salvador e criado entre a capital e o Recôncavo\, construiu\, ao longo de mais de 10 anos de trajetória\, uma carreira marcada pela composição\, pela pesquisa de sonoridades e pela conexão com a cultura baiana. Reúne mais de 25 canções lançadas\, em trabalhos solo e parcerias com artistas como Melly\, Dja Luz\, Gigi Cerqueira\, Jackson Almeida\, Clariana\, Tiri e Ricardo Corrêa\, além de integrar como compositor o novo álbum Equilibrivm\, de Anitta. Sua obra transita pela MPB contemporânea\, pela baianidade e por experimentações eletrônicas\, traduzindo em música o cotidiano\, a poesia e os afetos. Com passagens por festivais\, carnavais e importantes palcos da Bahia\, Felipe estreia seu primeiro EP solo de estúdio\, Fi de Ritinha\, consolidando uma identidade artística que une tradição\, contemporaneidade e uma sonoridade versátil e ainda sim muito particular. \nJota Pê Rocha é produtor musical\, multi-instrumentista\, compositor e pesquisador das culturas tradicionais brasileiras\, natural do Rio Grande do Sul e radicado em Salvador. Sua trajetória transita entre a MPB\, a música regional e o pop\, investigando encontros entre diferentes territórios e tradições. Em 2025\, lançou seu primeiro álbum\, Canções de Amor & Mar – Vol. 1\, e destacou-se em festivais nacionais com acanção “Amor Milongueiro”\, finalista do Festival da Rádio Educadora\, do FECANI e do Festival Geraldo Azevedo. Seu trabalho atual aproxima as sonoridades do Pampa e do Sertão\, criando uma linguagem autoral que reafirma a música como espaço de intercâmbio cultural e ancestralidade. \n______________________________________________________________________ \nO Festival Contemporâneos tem como propósito promover o intercâmbio entre artistas da cena musical de Salvador\, reunindo diferentes estilos\, linguagens e nichos em um mesmo espaço de criação e compartilhamento. \nA proposta é potencializar o senso de comunidade\, colaboração e produção coletiva por meio de um formato compacto e intimista\, aproximando o público dos artistas e dos seus processos criativos. Cada apresentação evidencia as individualidades de cada participante\, ao mesmo tempo em que revela a potência da construção coletiva\, resultado da junção de ideias\, referências e experiências. \nAs apresentações são pautadas em formações acústicas\, utilizando instrumentos quefazem parte da identidade musical dos próprios artistas\, como violão\, piano/teclado e baixo\, valorizando a essência das composições e proporcionando uma experiência de escuta mais próxima e sensível. \nToda a cadeia de realização do festival\, artistas\, produtores\, técnicos\, comunicadores e demais profissionais envolvidos\, é composta por agentes culturais residentes em Salvador\, fortalecendo a economia criativa local e estimulando conexões duradouras entre os profissionais da cidade. \nO festival foi pensado tanto para o público que já acompanha a produção musical independente de Salvador quanto para pessoas interessadas em descobrir novos artistas\, ampliar seu repertório cultural e vivenciar experiências autênticas de música\, criação e encontro. Busca também aproximar públicos de diferentes gerações\, formando novas plateias e fortalecendo o vínculo entre a cena artística local e a comunidade. \nhttps://www.instagram.com/festivalcontemporaneos \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE – 03/09\n\n ASSISTA ONLINE – 04/09\n ASSISTA ONLINE – 05/09
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DESCRIPTION:Quando: 03 e 04/09 – 19h / 05/09 – 17h \nO Festival Contemporâneos é um encontro acústico e intimista dedicado à música autoral contemporânea produzida na Bahia. Reúne artistas residentes em Salvador que se apresentam em duplas\, conectando identidades\, pertencimentos e diferentes trajetórias artísticas\, promovendo um intercâmbio criativo entre compositores(as)\, cantores(as)\, obras\, processos de criação e público. \nMais do que uma sequência de apresentações\, o festival evidencia a pluralidade da música produzida na cidade e fortalece o sentimento de comunidade\, destacando Salvador como um território fértil de criação\, inovação e movimento cultural. \n03/09 – Dja Luz e Bruna Barreto \n04/09 – Tiri e Sofia Pitta \n05/09 – Felipe Barros e Jotapê Rocha \nProgramação: \n03/09 – Dja Luz e Bruna Barreto \nBruna Barreto é cantora e compositora baiana\, reconhecida por sua voz potente\, marcante e pela versatilidade com que transita entre rock\, MPB\, samba e blues. Natural de Salvador\, ganhou projeção nacional ao participar da segunda temporada do The Voice Brasil\, integrando os times de Lulu Santos e\, posteriormente\, Carlinhos Brown. Vocalista da banda Lily Braun\, consolidou sua presença na cena musical baiana e\, em 2015\, recebeu o prêmio de Melhor Intérprete no Prêmio Caymmi de Música. Em carreira solo\, desenvolve um trabalho autoral que reafirma sua identidade artística\, unindo força vocal\, personalidade e uma interpretação visceral. \nDja Luz é cantor\, compositor\, multi-instrumentista\, produtor e diretor musical baiano\, cuja obra conecta ancestralidade\, cultura popular e sonoridades de matriz africana a uma linguagem contemporânea. Como compositor\, possui obras gravadas por artistas como Natiruts\, Margareth Menezes\, Melly e Anitta\, além de integrar\, em 2026\, projetos como os novos álbuns de Melly e Anitta. É Diretor Musical e Vocalista da Banda Muzenza e idealizador e diretor do documentário Bangariô – Renascer em Monte Gordo. Sua trajetória também se estende à produção cultural e ao audiovisual\, desenvolvendo projetos que articulam música memória\, território e transformação social. \n______________________________________________________________________ \n04/09 – Tiri e Sofia Pitta \nTiri é cantor\, compositor e multi-instrumentista baiano\, nascido e criado em Salvador\, e um dos nomes em ascensão da nova cena musical da Bahia. Sua música conecta samba-reggae\, MPB\, pop e percussãodigital a uma linguagem urbana\, leve\, traduzindo em canções o cotidiano\, os afetos e a identidade de sua terra. Iniciou sua trajetória aos 12 anos\, de forma autodidata no violão\, e\, após experiências em bandas\, consolidou sua carreira solo com uma discografia autoral que reúne álbuns\, EPs\, singles e colaborações. Com mais de 400 mil streams\, milhares de ouvintes mensais e presença crescente nospalcos\, já se apresentou em eventos como Carnaval de Salvador\, Festival de Verão\, Festival da Virada\, Camarote Expresso 2222 e Camarote do Brown. Também atua na criação de experiências que aproximam artistas\, público e território\, afirmando-se como uma voz do presente e do futuro da música baiana. \nSofia Pitta é cantora e compositora baiana e um dos nomes em destaque da nova geração do pop feito na Bahia. Nascida em Salvador\, constrói uma identidade artística que une ritmos brasileiros\, suinguepop\, ancestralidade e uma linguagem contemporânea\, tendo o empoderamento feminino e os afetos como elementos centrais de sua obra. Em sua trajetória\, reúne lançamentos como o EP Molho\, produzido em parceria com Rafinha RSQ\, além de singles como “Baiana Baianinha”\, “Cabide”\, “Cor de Mel” e “Soltinha”. Com presença crescente nas plataformas e mais de 150 mil seguidores nas redes sociais\, Sofia vem ampliando sua atuação nos palcos\, com apresentações ao lado de artistas como Márcia Castro\, Sambaiana\, Escandurras e Bailinho de Quinta\, consolidando-se como uma artista promissora e conectada ao presente da música baiana.______________________________________________________________________ \n05/09 – Felipe Barros e Jotapê Rocha \nFelipe Barros é cantor\, compositor e produtor musical soteropolitano\, integrante da nova cena musical baiana. Nascido em Salvador e criado entre a capital e o Recôncavo\, construiu\, ao longo de mais de 10 anos de trajetória\, uma carreira marcada pela composição\, pela pesquisa de sonoridades e pela conexão com a cultura baiana. Reúne mais de 25 canções lançadas\, em trabalhos solo e parcerias com artistas como Melly\, Dja Luz\, Gigi Cerqueira\, Jackson Almeida\, Clariana\, Tiri e Ricardo Corrêa\, além de integrar como compositor o novo álbum Equilibrivm\, de Anitta. Sua obra transita pela MPB contemporânea\, pela baianidade e por experimentações eletrônicas\, traduzindo em música o cotidiano\, a poesia e os afetos. Com passagens por festivais\, carnavais e importantes palcos da Bahia\, Felipe estreia seu primeiro EP solo de estúdio\, Fi de Ritinha\, consolidando uma identidade artística que une tradição\, contemporaneidade e uma sonoridade versátil e ainda sim muito particular. \nJota Pê Rocha é produtor musical\, multi-instrumentista\, compositor e pesquisador das culturas tradicionais brasileiras\, natural do Rio Grande do Sul e radicado em Salvador. Sua trajetória transita entre a MPB\, a música regional e o pop\, investigando encontros entre diferentes territórios e tradições. Em 2025\, lançou seu primeiro álbum\, Canções de Amor & Mar – Vol. 1\, e destacou-se em festivais nacionais com acanção “Amor Milongueiro”\, finalista do Festival da Rádio Educadora\, do FECANI e do Festival Geraldo Azevedo. Seu trabalho atual aproxima as sonoridades do Pampa e do Sertão\, criando uma linguagem autoral que reafirma a música como espaço de intercâmbio cultural e ancestralidade. \n______________________________________________________________________ \nO Festival Contemporâneos tem como propósito promover o intercâmbio entre artistas da cena musical de Salvador\, reunindo diferentes estilos\, linguagens e nichos em um mesmo espaço de criação e compartilhamento. \nA proposta é potencializar o senso de comunidade\, colaboração e produção coletiva por meio de um formato compacto e intimista\, aproximando o público dos artistas e dos seus processos criativos. Cada apresentação evidencia as individualidades de cada participante\, ao mesmo tempo em que revela a potência da construção coletiva\, resultado da junção de ideias\, referências e experiências. \nAs apresentações são pautadas em formações acústicas\, utilizando instrumentos quefazem parte da identidade musical dos próprios artistas\, como violão\, piano/teclado e baixo\, valorizando a essência das composições e proporcionando uma experiência de escuta mais próxima e sensível. \nToda a cadeia de realização do festival\, artistas\, produtores\, técnicos\, comunicadores e demais profissionais envolvidos\, é composta por agentes culturais residentes em Salvador\, fortalecendo a economia criativa local e estimulando conexões duradouras entre os profissionais da cidade. \nO festival foi pensado tanto para o público que já acompanha a produção musical independente de Salvador quanto para pessoas interessadas em descobrir novos artistas\, ampliar seu repertório cultural e vivenciar experiências autênticas de música\, criação e encontro. Busca também aproximar públicos de diferentes gerações\, formando novas plateias e fortalecendo o vínculo entre a cena artística local e a comunidade. \nhttps://www.instagram.com/festivalcontemporaneos \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE – 03/09\n\n ASSISTA ONLINE – 04/09\n ASSISTA ONLINE – 05/09
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SUMMARY:Atrizes & Danço Para Minha Mãe
DESCRIPTION:Quando: 10 e 11/09 – 19h / 12/09 – 17h \nNos dias 10\, 11 e 12 de setembro\, o CENÁCULO – NÚCLEO DE ESTUDOS TEATRAIS ocupa o Teatro Gamboa com o projeto Finitudes\, rica oportunidade para pensar e refletir sobre a fronteira entre vida e arte\, realidade e ficção. \nNo dia 10\, quinta-feira\, às 19h\, com entrada gratuita\, as atrizes Cristina Leifer e Christiane Spínola Veiga convidam o escritor e psicanalista Wilker França e o dramaturgo e ator Daniel Arcades para uma fecunda CONVERSA SOBRE A DRAMATURGIA DO EU em diálogo com as peças de autoficção ENSAIOS SOBRE O FIM – A PEÇA\, inspirada no luto do pai de Cristina; ATRIZES & DANÇO PARA MINHA MÃE\, inspirada no luto da mãe de Cristina e no diagnóstico de câncer de Christiane; e PRA ONDE VOCÊ VAI DEPOIS DAQUI?\, dramaturgia ainda em construção\, inspirada na vida das atrizes Cristina Leifer\, Dionne Barreto e Christiane Veiga. \nNo dia 11\, sexta-feira\, das 16h às 18h\, a dupla Cristina e Christiane\, realizam o workshop A FORÇA DA ARTE NA TRAVESSIA DO LUTO E DO CÂNCER. A partir das suas experiências de vida – Veiga está passando por um tratamento oncológico e Leifer passou pelos lutos da sua mãe e do seu pai – as atrizes desejam compartilhar as suas pesquisas na área da saúde mental e a sua interseção com a arte. Quais caminhos possíveis no âmbito da arte para o enfretamento do câncer e do luto? Além de atrizes\, Cristina Leifer é psicóloga e doutora em Artes Cênicas com especialização em Psicanálise e Christiane Veiga é terapeuta transpessoal e holística. Excelente oportunidade para um encontro íntimo com as atrizes antes de assistir ao espetáculo! E às 19h\, logo depois do workshop\, as incansáveis Cristina e Christiane apresentam a peça ATRIZES & DANÇO PARA MINHA MÃE. Dobradinha imperdível! O workshop é gratuito para quem for assistir ao espetáculo! \nNo dia 12\, sábado\, às 17h\, as atrizes apresentam mais uma vez a peça ATRIZES & DANÇO PARA MINHA MÃE. \nAs apresentações contarão com uma convidada especial\, a atriz Dionne Barreto. Ela será uma surpresa nesta obra teatral que vêm sendo escrita e produzida desde 2022. \nNa peça as atrizes quebram a quarta parede – a linha invisível que separa o palco da plateia – e convidam o público para uma interlocução espontânea sobre o absurdo da existência humana e sua tênue fronteira com a arte. “Se nossas obras artísticas são espelhos da humanidade\, queremos saber o que estamos refletindo”\, provoca Cristina Leifer\, autora do projeto. \nPara ela a inspiração desse trabalho nasceu do luto vivido após a perda da mãe no início da pandemia. Durante o confinamento\, Cristina conviveu com a memória da sua mãe em estado vegetativo e do seu convívio com ela em uma clínica de cuidados paliativos. Assim\, em 2022\, começou a escrever “Danço para minha mãe”. Nessa peça Cristina conversa de forma descontraída com o público e traduz em poesia a experiência vivida com a sua mãe! \nEm 2023\, Cristina se encontra “por acaso” com Christiane\, que conta do seu diagnóstico de câncer em plena pandemia. Desse reencontro\, nasce o desejo de escrever mais um texto para teatro – “Atrizes” – a partir das duas experiências vividas durante a quarentena e o que daquele tempo reverbera até hoje. “Desde então\, estamos vivendo o processo de escrita de duas dramaturgias que envolvem a elaboração de nossos afetos e seus efeitos. Diante de todo o caos\, as nossas dores não se encontraram. Nós nos encontramos além da dor. Nos encontramos no fluir da correnteza de um rio quando já estávamos no processo de ressignificação da dor. Já podíamos rir dela e fazer teatro a partir dela”\, reflete Cris Leifer. \nEm “Atrizes”\, inspirada na peça “Esperando Godot” de Beckett\, as duas atrizes se questionam sobre a frágil distinção entre ficção e realidade e o absurdo nonsense das catástrofes pessoais e coletivas. Seguir fazendo arte com humor\, apesar de tudo\, foi um dos fatores que uniu ainda mais as duas artistas. Quando Christiane recebeu outro diagnóstico de câncer em 2023\, estabeleceu um novo diálogo sobre o momento desafiador e se fez a seguinte pergunta: como continuar com a vida? “Para Aristóteles “Arte” é “teckné” em grego\, “fazer”\, “elaborar”\, “produzir”. Assim\, como duas artesãs\, buscamos elaborar e produzir com a dor e o humor. Rir de nossas próprias catástrofes é um caminho possível. E o teatro é o nosso guia que nos apoia nessa busca”\, define Cristina Leifer. \nAs atrizes conseguiram\, com muita criatividade e determinação\, fazer um jogo cênico com as dramaturgias escritas e as transformaram em um espetáculo. “A vida e a arte são amálgamas. E quando começamos a criar inevitavelmente elaboramos o que nos inquieta\, o que nos afeta. O palco para mim é o reflexo da humanidade. Nossas obras são espelhos da humanidade em toda a sua dimensão\, tanto para o bem quanto para o mal. E a partir desse reflexo o público\, cada um por si\, encontra aquilo que lhe afeta nesse espelho”\, adianta Leifer. \nEsta proposta cênica é fruto de um processo de criação que exige muita coragem e ousadia e é apresentada como uma obra aberta\, como a vida. O texto não tem ponto final. Brota de uma construção conjunta com o público. “Abrir esse espaço de interlocução com o espectador no meio de uma cena\, por exemplo\, é um ato de amor e muita vulnerabilidade. Estamos abertas para esse encontro”\, convida Leifer. \nSINOPSEDuas atrizes no palco de um teatro tentam montar uma peça sobre suas experiências na pandemia e acabam encontrando\, no caminho dos seus afetos\, muito humor\, reflexão e a compreensão do absurdo de suas existências. \nMAIS INFORMAÇÕES SOBRE O CENÁCULO \ncenaculoteatro.wixsite.com/bahia \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE – 11/09\n\n ASSISTA ONLINE – 12/09\n CLIQUE AQUI E ASSISTA AO DEBATE DE 10/09 – 10/09
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A partir das suas experiências de vida – Veiga está passando por um tratamento oncológico e Leifer passou pelos lutos da sua mãe e do seu pai – as atrizes desejam compartilhar as suas pesquisas na área da saúde mental e a sua interseção com a arte. Quais caminhos possíveis no âmbito da arte para o enfretamento do câncer e do luto? Além de atrizes\, Cristina Leifer é psicóloga e doutora em Artes Cênicas com especialização em Psicanálise e Christiane Veiga é terapeuta transpessoal e holística. Excelente oportunidade para um encontro íntimo com as atrizes antes de assistir ao espetáculo! E às 19h\, logo depois do workshop\, as incansáveis Cristina e Christiane apresentam a peça ATRIZES & DANÇO PARA MINHA MÃE. Dobradinha imperdível! O workshop é gratuito para quem for assistir ao espetáculo! \nNo dia 12\, sábado\, às 17h\, as atrizes apresentam mais uma vez a peça ATRIZES & DANÇO PARA MINHA MÃE. \nAs apresentações contarão com uma convidada especial\, a atriz Dionne Barreto. 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DESCRIPTION:Quando: 16 e 17/09 – 19h \nExperimento Cênico Sapatão\, criação e atuação de Mariana Passos\, estreia em Salvador nos dias 16 e 17 de setembro\, às 19h\, no Teatro Gamboa. A peça é um solo interativo que parte da experiência real da artista para investigar o amor sapatão em suas múltiplas fases como o encontro\, a fusão\, o rompimento e a reinvenção. O espetáculo é uma análise afetiva e performática sobre desejo\, não monogamia\, luto amoroso e liberdade\, construída em diálogo direto com o público\, que é convidado a participar de cenas ao longo da apresentação. Entre música\, memória\, humor e poesia\, Mariana tece um manifesto sobre amar sem se prender a fórmulas\, e sobre a coragem de seguir amando. \nRedes e onde encontrar o trabalhoPerfis Instagram: @furtcor___ e @nanaspassos \nSobre a artista e o coletivoMariana Passos é atriz\, iluminadora\, produtora cultural e pesquisadora\, graduada em Artes Cênicas pela UFBA (2014). Atua há anos na cena de Salvador transitando entre teatro\, performance\, produção audiovisual e empreendedorismo cultural\, com pesquisa continuada sobre identidade\, pertencimento e representação estética das comunidades LBT. É fundadora do Coletiv o FurtaCor\, plataforma de produção dedicados a narrativas sapatônicas\, responsável por iniciativas como o Cineclube Furta-Cor\, o podcast e videocast Furta-Cor\, a websérie Pra Você Gostar de Mim\, o livro Baseado em Filmes Reais e a instalação Sapatonizer\, exibida no MAM-BA e Culto à Deusa Sapatona\, realizada na Casa Preta em junho. \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE – 16/09\n\n ASSISTA ONLINE – 17/09
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SUMMARY:Pupurriaçu - Tuzé de Abreu
DESCRIPTION:Quando: 20/09 – 17h \nApós um híato de 07 anos\, Tuzé de Abreu\, hoje com 78 anos\, médico\, cantor\, compositor e multiinstrumentista com longo currículo e raízes na música brasileira\, voltou aos palcos com novo projeto\, ‘Pupurriaçu’\, onde revisita sua trajetória a partir de 31 canções da sua autoria\, cantadas e tocadas ininterruptamente em um ‘grande (‘açu’ em tupi-guarani) pot-pourri (em francês ‘…execução de várias músicas em uma única faixa). \nO projeto nasce de forma espontânea durante o período final da pandemia\, com o objetivo de se ter disciplina\, ter uma rotina e poder voltar a criar e desenvolver um novo trabalho\, mas logo se tornou um processo auto-terapêutico de mergulho em si próprio. Com toda a bagagem musical de Tuzé com profundas relações com nomes da música popular e experimental\, convivendo e trabalhando desde João Gilberto a Walter Smetak\, o ‘Pupurriaçu’ tem a cada dia se tornado ainda mais revelador em suas auto-reflexões e sobretudo potente no fortalecimento psicológico e na autoestima de Tuzé\, artista que se põe vulnerável e arrisca despir das camadas de arranjos para apresentar seu novo projeto sozinho nos palcos. Sua voz\, suas canções\, seu violão e à cada verso\, muitas memórias e poesia de um cancioneiro que se descobre ao longo do processo\, autodeclaradamente uma mistura entre Riachão\, sambista\, o qual também era amigo e já tocou junto\, e o artista visual Bispo do Rosário\, sergipano de Japaratuba\, que a partir da valorização de manifestações artísticas de indivíduos com transtornos mentais obtida através dos trabalhos realizados pela Dra. Nise da Silveira\, tornou-se conhecido tendo sua obra vista por muitos como vanguardista. \nPara quem ainda não conhece\, Tuzé é músico profissional desde os 14 anos\, 1962\, tendo uma experiência musical nacional e internacional eclética trabalhando nos grupos de Caetano Veloso\, Gal Costa\, Gilberto Gil\, Maria Bethânia\, fez parte\, como flautista e saxofonista dos Doces Bárbaros originais (1976). Tocou em quase 50 carnavais\, em Salvador\, no Brasil e no exterior. Trabalhou por 10 anos\, não seguidos\, com Walter Smetak\, tocou nos dois discos dele. Foi por duas vezes ao Japão como parte da equipe de João Gilberto. Na orquestra Sinfônica da UFBA tocou por 36 anos\, foi músico e diretor musical de trios elétricos\, Balé Brasileiro da Bahia\, músico de grupos de choro\, bossa-nova\, música experimental\, orquestras de baile. Fez a trilha de sete longa metragens \, duas delas premiadas. Tem composições gravadas por Elza Soares\, Gal Costa\, Caetano Veloso\, entre outros. Seu show autoral ‘Novas Aventuras no País do Som’ ganhou os prêmios Caymmi de melhor show e melhor direção musical em 2015. Tuzé tem 2 discos álbuns autorais lançados\, ‘Tuzé de Abreu (ou ‘Larrálibus Escumáicus Cujolélibus’ nas plataformas digitais) de 2001 e ‘Contraduzindo’ em 2019. Além de ‘Olho Lustroso’ em 2021 e o mais recente ‘Iogue Caótico’ em 2022\, os dois somente na versão digital. \nEntre o caos e a consonância\, “caossonante”\, Tuzé se vê também como um “iogue caótico”\, perpassando pelas dualidades da vida (luz e escuridão\, liberdade e prisão\, calmaria e ansiedade\, entre outras)\, e navegando pelas mais variadas dimensões da mente\, encontra respostas para o eco de uma longa vida de muito trabalho e voos musicais\, a partir de referências artísticas que foi encontrando ao longo desse projeto-processo que é Pupurriaçu. No cinema\, o premiado “Tudo Em Todo O Lugar – Ao Mesmo Tempo” o marca pela conexão identificada posteriormente como referência para o novo show\, onde Tuzé reune suas principais canções\, tudo e ao mesmo tempo\, gerando uma sensação ‘caossonante’ similar. E nas artes visuais\, Tuzé relembra uma entrevista de Picasso onde ele tenta explicar o cubismo\, de forma parecida\, onde tentava mostrar todas as dimensões ao mesmo tempo\, proporcionando enxergar novas maneiras de observar a realidade. \nInterpretando ininterrupto a si mesmo\, a vida e a obra de Tuzé se misturam neste tributo a si próprio\, um pot-pourri de trinta e uma composições que delineiam o labirinto\, os cantos-guia dos passarinhos e a ‘gaiola invisível’ do nosso eu que continua e busca ‘aprender a voar’. Uma ode ao artista\, sobretudo e primeiro a ele mesmo\, que independente de qual seja a idade\, tem você próprio e a psiquê como seu principal adversário durante toda a carreira.Interpretando ininterrupto a si mesmo\, a vida e a obra de Tuzé se misturam neste tributo a si próprio\, um pot-pourri de trinta e uma composições que delineiam o labirinto\, os cantos-guia dos passarinhos e a ‘gaiola invisível’ do nosso eu que continua e busca ‘aprender a voar’. Uma ode ao artista\, sobretudo e primeiro a ele mesmo\, que independente de qual seja a idade\, tem você próprio e a psiquê como seu principal adversário durante toda a carreira. \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE
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SUMMARY:MULHERIDADE
DESCRIPTION:Quando: 02 e 23/09 – 19h \nMULHERIDADE é um espetáculo cênico que mergulha nas múltiplas camadas do ser mulher\, atravessando histórias de dor\, resistência\, afeto e reconstrução. Em cena\, duas vozes femininas ecoam vivências que dialogam com o passado e o presente\, revelando marcas sociais\, emocionais e culturais que moldam suas existências. \nCom uma linguagem poética\, sensível e\, ao mesmo tempo\, provocadora\, o espetáculo convida o público a refletir sobre machismo\, identidade\, ancestralidade e liberdade. MULHERIDADE não é apenas uma narrativa — é um grito\, um acolhimento e um ato de resistência. \nUma obra que pulsa verdade\, dando corpo e voz às histórias que por muito tempo foram silenciadas. \nDireção: Durray CarvalhoCodireção: Lindomar Pires \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE – 02/09\n\n ASSISTA ONLINE – 23/09
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SUMMARY:Cicatrizes da Vida
DESCRIPTION:Quando: 24/09 – 19h \nO cantor e compositor baiano Flavio Nery\, natural de Pojuca\, apresenta ao público no dia 24 de setembro às 19:00\, o espetáculo Cicatrizes da Vida\, um show intimista e envolvente que propõe uma imersão nas emoções e experiências do cotidiano por meio da música. \nCom uma proposta acústica que valoriza voz\, violão e teclado\, o artista constrói uma atmosfera sensível e reflexiva\, transitando entre canções autorais e releituras que dialogam com temas como amor\, superação e os desafios da vida. A apresentação convida o público a revisitar memórias e sentimentos\, criando uma conexão direta e profunda com cada canção. \nEntre os destaques do repertório está a música Cicatrizes da Vida\, composição autoral que também dá nome ao espetáculo e integra a trilha sonora do curta-metragem Cicatrizes da Vida: A História de Flavio Nery\, projeto aprovado pela Lei Paulo Gustavo 2024 e disponível no canal oficial do artista. \nAtuante na cena musical desde 2022\, Flavio Nery vem consolidando sua trajetória com lançamentos consistentes. Seu primeiro trabalho audiovisual\, O Universo em Forma de Mulher\, marcou o início de sua carreira\, seguido pelo álbum de estreia O Amor te Libertará. Nos anos seguintes\, lançou os álbuns Obra e Realismo (2023)\, A Chave para Mudar o Mundo (2024)\, Cicatrizes da Vida (2025) e Um Novo Amor (2026)\, este último com lançamento previsto para 16 de abril em todas as plataformas digitais. \nCom forte presença no meio digital\, o artista alcança números expressivos de audiência\, destacando-se o álbum Obra e Realismo\, que ultrapassa 770 mil reproduções. Cicatrizes da Vida reafirma a identidade artística de Flavio Nery\, marcada pela sensibilidade\, autenticidade e pela capacidade de transformar vivências em música. \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE
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SUMMARY:cajupitanga apresenta Ubá
DESCRIPTION:Quando: 25/09 – 19h \nA cajupitanga\, projeto experimental de Vitória da Conquista (BA)\, apresenta o espetáculo “Ubá”\, uma performance ao vivo de seu quinto álbum. O espetáculo perpassa pela sobreposição de influências da Música Ambiente e tradições do violão interiorano em uma proposta intrinsecamente lo-fi\, abstrata e contemplativa \nCom afinidades musicais e companheirismo já construído por projetos anteriores\, a dupla Pedro “Candioco” Antunes e Gabriel Tupy se juntou em 2019 para consolidar composições e ideias que surgiam de ensaios despretensiosos e encontros culturais pela cidade. Improvisos\, rascunhos\, takes únicos e o uso do celular como gravador\, se somam à manipulação de samples e construções digitais da música para articulação de composições que vão da música ambiente e glitchs de computador ao cancioneiro sertanejo baiano e ritmos tradicionais brasileiros. Guiada pela Memória e Espaço\, a cajupitanga faz da pesquisa sonora um processo criativo de fragmentar sua própria história e sobrepor seus diversos caminhos estéticos. \nO álbum aqui apresentado é construído por composições registradas ao longo dos primeiros seis anos do projeto\, que juntas costuram um tecido de memórias\, ideias e estéticas que sempre permearam os trabalhos do duo. “Ubá” sintetiza uma atmosfera sugerida em outros trabalhos: uma neblina de agosto conquistense que permeia as estradas\, ofusca as esquinas\, pinta os bois de branco. O trabalho mistura as influências de Música Ambiente\, da música experimental e do cancioneiro interiorano baseado no violão sertanejo para estruturar contemplações perenes\, melancólicas\, campestres e ruidosas. O improviso e o processamento eletroacústico dos instrumentos são parte fundamental da performance\, que oscila entre momentos de abstração e arranjos de canções mais estáveis. Assim\, “Ubá” delineia histórias vívidas de um espaço mais emocional que físico\, um lugar conquistense que pode sequer existir\, mas que se projeta a partir das paisagens de sons evocadas no trabalho. \n“Os bois no mato perto de casa sempre estiveram ali. As volta de bicicleta pelo mesmo caminho sempre nos leva para novas direções daquele horizonte. A cidade deixa de ser o que é\, mas o que inventamos. Nos parece que lugares são assim” – comenta o duo. \nAtrelada à performance\, o show ainda conta com uma obra em vídeo: um registro realizado por Candioco de uma viagem de retorno à Vitória da Conquista\, montado e editado por Ramon Gonçalves. O projeto audiovisual posiciona a migração – de estrada e de tempo – como seu tema central. A partir de imagens borradas e registros em movimento da estrada e da cidade atrelada às composições\, apontam para a fugacidade das memórias e seu papel na invenção do próprio espaço\, uma lente que distorce e reconstrói lembranças para a invenção de um espaço\, para o retorno à essa casa\, toda inventada\, velha e nova. \nNesse show\, o duo se junta a colaboradores frequentes do projeto: Paulo Pitta no saxofone\, Pedro Oliveira (BAGUM) na guitarra e sintetizadores e Ramon Gonçalves (Aurata) no baixo e efeitos. \nPerformances ao vivoA cajupitanga estreou nos palcos no ano de 2023\, em Vitória da Conquista\, cidade natal do projeto. Espaço prestigiado na cidade\, o show ocorreu no Centro de Cultura Camilo de Jesus após o espetáculo “Somos Vozes” de Lucas Gerbazi e Teu Soares. Meses depois\, o duo estreou em Salvador no Teatro Vila Velha à convite de Aurata\, projeto de música experimental da capital baiana. Ainda na cidade em 2024\, se apresentaram no Festival Oferendas à convite de Rei Lacoste ao lado de Giovani Cidreira\, Jadsa e Juçara Marçal. \nEm 2025\, foi convidada para abrir a apresentação da turnê “Bacuri” em Salvador\, da celebrada banda goiana Boogarins no Largo Quincas Berro D’água. A performance resultou na gravação audiovisual de seu primeiro álbum ao vivo nomeado “TRAMA (Live)”. Nessa ocasião\, a cajupitanga se apresentou pela primeira vez em banda\, em uma formação que se manteve ao longo das futuras apresentações. O grupo\, portanto\, expande sua formação nos palcos ao lado de Paulo Pitta no saxofone\, Pedro Oliveira (BAGUM) na guitarra e sintetizadores\, Ramon Gonçalves (Aurata) no baixo e João Antônio Dourado (Tangolo Mangos) na bateria. \nEm fevereiro de 2026\, participaram do show de 1 ano do lançamento da mixtape “O Que Você Ouve / O Que Houve Com Você” de Rei Lacoste ao lado de Pivoman\, Felipe Vaqueiro e Dunna. Em março do mesmo ano\, realizou em Salvador um show ao lado da soteropolitana Tangolo Mangos no Colaboraê\, com as duas bandas apresentando novas composições e futuros projetos. O evento selou uma parceria que desencadeou em uma miniturnê em conjunto que passou pelas cidades de São Paulo\, Bragança Paulista à convite do Festival Arte Serrinha e duas sessões em Belo Horizonte. Em setembro\, a cajupitanga retorna à Salvador para o show de lançamento do álbum “Ubá”. \nFicha Técnica:cajupitangaPedro “Candioco” Antunes – voz\, guitarra e efeitosGabriel Tupy – voz e violãoRamon Gonçalves – baixo e efeitosPedro Oliveira – guitarra\, sintetizador e efeitosPaulo Pitta – Saxofone e efeitos \nTécnicaAndré Bahiense – Técnico de SomGeovane Filho – Técnico de LuzNatália Matos – Fotógrafa \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE
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SUMMARY:Corpo-Território
DESCRIPTION:Quando: 26/09 – 17h \nA cantora\, compositora e produtora cultural Laiô apresenta o espetáculo Corpo-Território no dia 26\, às 19h\, no Teatro Gamboa\, em Salvador\, BA. Ao lado de Ângelo Canja\, na direção musical e guitarra\, e Rafael BB Fraga\, na bateria e percussões\, a artista conduz o público por um repertório de composições autorais e releituras que atravessam ritmos afro-brasileiros diaspóricos e a riqueza musical da Bahia. O espetáculo sintetiza mais de duas décadas de uma trajetória artística construída a partir do litoral sul baiano\, onde memória\, ancestralidade\, afeto e pertencimento se transformam em canção. \nPartindo da ideia de que o corpo é o primeiro território onde se inscrevem nossas memórias e identidade\, Corpo-Território percorre paisagens\, histórias e sonoridades do litoral sul da Bahia\, revelando como esses atravessamentos moldam a criação artística de Laiô em um encontro entre tradição e contemporaneidade. Mulher preta\, lésbica\, ilheense e criadora daquilo que define como música afro-baiana\, a artista faz do palco um espaço onde corpo e território se reconhecem\, convidando o público a percorrer a Bahia por meio das memórias\, dos afetos e das sonoridades que atravessam sua trajetória. \nÍris Ribeiro é psicóloga e produtora cultural. Integrante do coletivo Na Sala 73\, atua como produtora executiva da artista Laiô e gestora de logística do projeto Eu Sou Daqui – Diálogos sobre Música\, Identidade e Território. Sua atuação integra produção cultural\, escuta e compromisso com ações voltadas à população LGBTQIAPN+. \nLaiô é cantora\, compositora e produtora cultural de Ilhéus (BA)\, com mais de duas décadas de trajetória artística. Sua pesquisa musical parte da valorização da produção cultural do litoral sul da Bahia\, reunindo ritmos afro-brasileiros\, referências da diáspora africana e a diversidade sonora do estado. Além da carreira como intérprete e compositora\, atua na criação\, produção e circulação de projetos culturais\, desenvolvendo ações voltadas ao fortalecimento da música autoral\, da formação artística e da difusão da produção cultural baiana. \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE
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SUMMARY:Hi(ato)
DESCRIPTION:Quando: 27/09 – 17h \nNo dia 27 de setembro\, às 17h\, o Teatro Gamboa recebe Hi(ato)\, novo espetáculo do cantor e compositor Brandão. Com duração de aproximadamente uma hora\, o show apresenta uma nova fase artística do músico\, marcada por trabalhos mais intimistas\, introspectivos e por uma sonoridade que valoriza a proximidade entre artista e público. \nEm uma formação minimalista de guitarra\, voz e percussão\, Brandão revisita e apresenta músicas que traduzem esse novo momento de sua trajetória\, explorando diferentes nuances da canção e criando uma atmosfera de escuta e conexão. \nHi(ato) também se constrói como um espetáculo audiovisual. Projeções de imagens e vídeos dialogam com as músicas e integram o universo visual das obras\, criando uma experiência que ultrapassa o formato tradicional de show e aproxima música\, imagem e narrativa. \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n ASSISTA ONLINE
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