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SUMMARY:Exposição O Que Há no Abismo
DESCRIPTION:A exposição O Que Há no Abismo\, de Lila Cairo\, nasce de um ponto de ruptura. No atravessamento da angústia\, do adoecimento mental e da recusa em continuar performando uma vida que já não fazia sentido\, a artista encontra a arte não apenas como linguagem\, mas como possibilidade concreta de permanência no mundo. \nNascida em 1988\, em Salvador\, Bahia\, onde vive e trabalha\, Lila Cairo adotou o nome artístico durante o doutorado em Astrofísica no INPE\, São José dos Campos\, quando decidiu abdicar da carreira acadêmica nas exatas para se dedicar integralmente às artes. Artista autodidata\, sua trajetória é marcada pela transição radical de um campo orientado pela objetividade científica para um fazer artístico atravessado pela experiência sensível\, pelo corpo e pelos afetos. \nA decisão de viver de e na arte surge sob pressão: o corpo\, através dos sintomas de depressão e ansiedade\, sinaliza a impossibilidade de seguir sustentando uma trajetória escolhida sem desejo. A partir desse colapso\, a artista estabelece resoluções objetivas e diárias\, como a prática contínua do desenho\, um desenho por dia\, sem o uso de referências fotográficas. Nessa mesma época\, a escrita se torna forte aliada na transmutação das sensações de angústia e experimentação de novas possibilidades em paisagens poéticas. É nesse exercício que sua produção deixa de ser apenas técnica e passa a se constituir como narrativa. \nSem articulação prévia no circuito institucional das artes\, Lila encontra na tatuagem uma via concreta de sobrevivência e expressão artística no Brasil. Tatuadora desde 2018\, a prática influencia diretamente sua produção gráfica\, especialmente no uso do nanquim\, na relação com o desenho autoral\, na síntese das formas e na construção de figuras que dialogam com o imaginário da pele\, do corpo e da permanência do traço. \nÉ nesse contexto que surge a série de desenhos tatuáveis “O Que Há no Abismo” – título que viria a nomear esta exposição –\, composta por imagens em nanquim de pequenos monstros. Essas figuras operam como metáforas visuais dos processos internos da artista. Os monstros aqui não são figuras malignas: são seres incompreendidos\, misteriosos e ambíguos\, assim como os processos de saúde mental. A angústia\, a tristeza e a melancolia não aparecem como inimigas\, mas como partes constitutivas do sujeito. \nEmbora o desenho acompanhe Lila desde a infância\, é nesse momento de crise que o fazer artístico ganha densidade simbólica mais consistente. A artista abandona a busca pelo realismo baseado em fotografia e passa a investigar imagens construídas a partir da memória\, da imaginação e do afeto. Os trabalhos apresentados na exposição são majoritariamente desenhos em nanquim sobre papel\, realizados com traço direto e economia cromática\, enfatizando o gesto\, o ritmo e a expressividade das linhas e dos contrastes. Serão encontrados também esculturas em cerâmica fria e outras obras de pintura em técnica mista\, além de arte digital impressa. Alguns trabalhos são acompanhados de textos poéticos que compõem o universo onde as figuras plásticas estão imersas. \nO Que Há no Abismo é uma homenagem à angústia\, não como fim\, mas como passagem. Ao abrir esse espaço de partilha\, a artista inaugura o que chama de sua terceira vida: um novo ciclo orientado pela arte como caminho estético\, ético e de sobrevivência. A exposição propõe um gesto político e sensível: retirar os afetos sombrios do lugar da demonização e trazê-los para o campo da escuta\, da visibilidade e do cuidado. Na via oposta à glamourização\, Lila Cairo pretende trazer o sofrimento psicológico a um lugar de humanidade\, convidando o público a refletir sobre o que significa existir enquanto um ser sensível\, impactado pela experiência complexa de estar no mundo. \nVisitação de segunda a sexta\, das 14h às 19h; sábados e domingos\, das 13h às 17h. \nAdquira ingressos para a vernissage do dia 16:  \n\nCLIQUE AQUI PARA PARTICIPAR PRESENCIALMENTE\nCLIQUE AQUI PARA ASSISTIR ONLINE AO VIVO
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SUMMARY:Dendê Macedo e Sons Reciclados
DESCRIPTION:Quando: 30/01 – 19h \nO projeto Sons Reciclados\, que une arte\, sustentabilidade e criatividade\, acontece na sexta-feira\, às 19h\, no Teatro Gamboa\, sob o comando de Dendê Macedo\, com toda a renda arrecadada destinada ao local\, que passa por um processo de ação coletiva destinada a arrecadação para a compra e manutenção do imóvel. O multiartista constrói instrumentos percussivos a partir de objetos reciclados\, transformando materiais comuns em sonoridades únicas e expressão musical. O evento ainda contará com a presença de artistas convidados\, como o músico afro-americano Graham Haynes\, e os brasileiros Ângelo Santiago. \n“É uma honra receber amigos para celebrar e mostrar aos meus conterrâneos aquilo que desenvolvo. O projeto Sons Reciclados nasceu desse processo curioso\, criava um instrumento\, explorava toques\, guardava\, e aos poucos\, fui descobrindo caminhos e criando uma composição de sons. Observando o mundo ao meu redor\, me inspiro para as minhas criações\, seja em melodia ou percussão\, assim sigo transformando vivências em arte” conta Dendê Macedo.Autodidata\, Dendê desenvolve suas produções musicais no Brasil e Estados Unidos. Aquilo que seria descartado\, ganha uma nova vida pelas mãos do artista\, taco de golfe vira berimbau\, xequerê que é feito com capacete\, surdo a partir de balde e atabaque criado com vaso sanitário estão entre eles. A iniciativa alia originalidade e práticas sustentáveis\, resultando em uma performance com sons percussivos distintos. \nOs ingressos para as sessões podem ser adquiridos diretamente na bilheteria do teatro\, de quarta a domingo\, a partir das 15h\, ou pelos canais e modalidades abaixo:\n\n\n COMPRE AQUI PARA ASSISTIR PRESENCIALMENTE\n\n ASSISTA ONLINE
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