Sete Dias
09/07/2026 - 19:00 - 20:00

Quando: 09, 16 e 23/07 – 19h
A cada sete dias um encontro com o público. Assim será a temporada do show ́Sete Dias ́, que a artista baiana Monique Nascimento apresenta no Teatro Gamboa, em Salvador, nos dias 9, 16 e 23 de julho (quintas-feiras), às 19 horas. Os shows marcam a volta da cantora e compositora a Salvador, depois de uma temporada vivendo em São Paulo e mostram suas canções autorais, já registradas no disco de estreia (Tempo, 2024), além de composições recentes, inéditas e algumas releituras.
́Sete Dias ́ propõe um desvendamento de mistérios a cada show, abrindo um caminho para a tomada dos palcos de Monique na sua cidade natal. As apresentações trazem a artista em formação compacta, refletindo a busca pelo essencial que sempre guiou seu trabalho, acompanhada de Felipe Guedes (violão, guitarra) e Nilton Azevedo (Flauta, saxofone, clarone), com direção musical da também soteropolitana Livia Nery e arranjos criados coletivamente.
Situada musicalmente na intersecção entre MPB contemporânea e música afro-baiana, somada a um colorido melódico do jazz, Monique referencia-se em artistas fundamentais da música brasileira e Nordestina, como Luiz Gonzaga, Djavan, Gal Costa, e segue o rumo aberto por cantores e compositores de herança afro-diaspórica, como Susana Boca, Mayra Andrade, Aimé Arocena, Luedji Luna. Com isso, expõe em suas letras desejos, intimidades e a complexidade de habitar um corpo feminino enraizado no recôncavo da Bahia, em diálogo com territórios da world music mundial.
Monique Nascimento é baiana de Salvador, de família oriunda do Recôncavo Baiano. Lançou em 2024 o disco ́Tempo ́, primeiro mergulho autoral nesse oceano diaspórico que inunda a música Brasileira. Produzido por Sebastian Notini, o disco canta o mar em retratos rítmicos, políticos e metafóricos do território afro-baiano, onde a poesia das águas da sentido ao movimento do Tempo. Também traça encontros com a cultura cubana (que afina sua musicalidade transatlântica) e traz uma colaboração inédita de Munir Hossn, na composição ́Morro do Bem-me-Quer ́. A identidade visual do disco, assinada por Monique Nascimento e pelo fotógrafo Lucas Cordeiro, que retrata em imagens os encontros diaspóricos tema do álbum, lhe renderam publicação na revista Nataal Media e apresentações em palcos como Tranquilo São Paulo.



